Cleo Pires admite vícios por sexo, drogas: ‘Uso recreativamente’

Quando o assunto é sexo, o tema nem de longe é um tabu para a atriz. “Gosto muito da coisa e do seu universo. Assisto filmes pornôs e tenho fetiches como o bondage e o choking”, declarou.
Cleo Pires admite vícios por sexo, drogas:
A atriz Cleo Pires não tem rodeio pra falar da vida pessoal à imprensa. Em entrevista à “Veja Rio” no último domingo (23), ela falou de seus vícios e assumiu usar drogas “recreativamente”.

“É obvio que já usei drogas. Seria hipócrita se eu negasse, mas hoje só uso recreativamente”, disse.

Desde os 17 anos Cleo frequenta psicoterapeuta e já foi diagnosticada como hiperativa, com tendência à obsessão compulsiva e vícios.

Quando o assunto é sexo, o tema nem de longe é um tabu para a atriz. “Gosto muito da coisa e do seu universo. Assisto filmes pornôs e tenho fetiches como o bondage e o choking”, declarou.

Ela admitiu ainda que tem uma mania mais recente que é a de colecionar facas. “Tenho mais de trinta modelos. Gosto delas, às vezes brinco, fico olhando, pesquiso sobre suas peculiaridades e as limpo cuidadosamente”.

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Estreou como atriz ao participar da minissérie Memorial de Maria Moura, em 1994.
Cleo Pires admite vícios por sexo, drogas:
Leia abaixo: um pouco mais sobre Cleo Pires segundo Wikipédia:

Estreou como atriz ao participar da minissérie Memorial de Maria Moura, em 1994. Foi uma participação rápida, de apenas um capítulo, em que viveu a protagonista, Maria Moura, quando jovem, sendo substituída pela mãe, Glória Pires, na fase adulta da personagem.

Depois disso, distanciou-se da TV e da mídia, acreditando que não tinha vocação para seguir os passos da mãe. Cléo, diz, que via a Glória trabalhando dia e noite sem parar, a imprensa invadindo sua privacidade e o telefone tocando o tempo todo, e, que não desejava isso para seu futuro. Ela ainda conta que só não firmou-se no meio antes, por falta de vontade. Não que tivesse nada contra a carreira, mas era algo que não pensava, não passava por sua cabeça. Um fato curioso, é que mesmo o cinema sendo uma de suas paixões, quando perguntavam se queria ser atriz, logo pensava em novelas e teatro, coisas em que não tinha interesse, nem curiosidade.

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Até que, em 2003, encontrou Monique Gardenberg num banheiro, e, foi convidada a estrelar o filme Benjamim. Cléo afirma que surpreende-se por tamanha confiança depositada nela e que por esse motivo aceitou o convite. Depois de muito treinar e muitos ensaios, já que nunca havia feito cinema antes, rodou a película, cujo roteiro foi baseado no livro homônimo de Chico Buarque. Assim que finalizou o trabalho e viu o resultado, apaixonou-se pela profissão e decidiu que era isso mesmo o que queria. Mesmo sem nunca ter feito um curso de interpretação, pela sua atuação, recebeu elogios e concorreu a vários prêmios na categoria de Melhor Atriz, vencendo o Festival do Rio.

Em 2004, foi convidada a protagonizar o remake da novela Cabocla, no papel que foi interpretado por sua mãe, na versão de 1979. Para evitar comparações, e, por acreditar que seria muita responsabilidade protagonizar uma novela e que não tinha preparo suficiente, recusou o convite, sendo substituída pela atriz Vanessa Giácomo, que levou a melhor após uma bateria de testes.

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Fontes: FolhageralWikipédia
Crédito das fotos: Google.com.br

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